Razões pelas quais o maronita honra Nossa Senhora
Celebramos neste mês a linda festa de Nossa Senhora do Líbano, que do alto de sua montanha de Harissa abençoa todo o oriente; ela, a estrela que deu à luz o Sol da Justiça, Jesus Nosso Senhor. Como o cedro do Líbano, Maria tem raízes profundas na história de seu povo, permanecendo fiel junto à árvore da Cruz. E ao mesmo tempo se levanta altaneira como o cedro para defender os seus filhos.
Oito são as razões pelas quais os maronit...
O maravilhoso mês de maio reflete o carinho materno de Maria: festa de Nossa Senhora do Líbano, dia das mães, Nossa Senhora de Fátima, Pentecostes, visitação de Maria a Isabel... Com Maria, Mãe de Jesus, com as santas discípulas do Senhor, com os Apóstolos, perseveremos unidos em oração e súplica, para que o doce orvalho do Espírito fecunde a Igreja, como fecundou o seio da Virgem Maria. Seja nossa pequena comunidade um testemunho luminoso da nova vida em Cristo....
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Convidamos a todas para participar, às quintas- feiras, das 15h às 17h, de nossas aulas de artesanato.
Venha passar uma tarde agradável com as senhoras de nossa comunidade....
A aparição de Jesus aos discípulos no cenáculo é o final do evangelho de Lucas e seu tema principal é a experiência corpórea da presença do Senhor Jesus ressuscitado.
Na epístola (Rm 10,1-13), Paulo diz que o povo da Lei é responsável do seu pecado porque não aceitou a justiça de Deus na fé em Jesus Cristo. Paulo não recusa os privilégios dos judeus, mas diz que a verdadeira justiça não acontece por um ato humano como aquele da prá¬tica da Lei, mas é uma graça gratuita que se aceita na fé em Jesus Cristo. A prova de sua igno¬rância é que recusaram Jesus em nome da Lei. Paulo aplica a Jesus o nome “O Senhor” que fora reservado somente a Deus no Antigo Testamento. Isto significa que os primei¬ros cristãos consideraram a obra do Messias como obra de Deus, e que a aliança feita conosco por Jesus é uma continuação da antiga aliança feita entre Deus e o seu povo.
O evangelho (Lc 24,36-48) fala da presença de Jesus ressuscitado com o seu corpo glorioso entre os seus apóstolos no cenáculo de um modo novo no que diz respeito à presença antes da sexta-feira santa: os sinais da crucifixão no seu corpo ressuscitado são uma prova da sua vitória sobre a morte. O Cristo não cancelou a morte física, nem a morte interior como a dor,o medo, as dificuldades da vida... mas entrou nesta morte e introduziu a sua vida e ressurreição. A originalidade das aparições em Lucas é que afirma a unidade da história da salvação e a sua realização completa no Cristo Jesus: os livros santos, a vida terrena de Cristo, as suas obras, e a sua morte ficam incompreensíveis para aquele que não experimenta a ressurreição; os apóstolos mesmos não entenderam nada antes da ressurreição.